com sua fúria maldita,cortou
com sua fúria alucinante,torturou
correu com o vento sem saber o que temia
correu enquanto sua dor partiajurou amar ao seu odio,acima de tudo e de todos
voltou nas aguas de um mar sem lagrimas
voltou ao corpo que estava ferido
voltou para a dor que havia sentido
sentiu-se só,oprimido
reprimido
corrompido
indgnado,retirou-se
do seu mundo sem amor
deixou todo o ódio e rancor
para que outro com sua fúria maldita
corrompese outros corpos vazios
todos os dias,enquanto sua amarga vida,fluia

A necessidade da furia é o amor quem define com sangue e morte na certa. Não existe fúria que o amor não seja o culpado
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