o veneno pode ser doce, por isso, tudo o que é ruim nos atrai

Durma, meu anjo
Pois em sonhos te vejo passar
Durma, meu anjo
Seus pesadelos irão começar

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A homicida (conto)


Era noite, e madame Louise estava em seu sofá com outra de suas meninas, Aghata, sua preferida, uma ruiva de olhos terrivelmente verdes que fariam até um rei largar o trono por desejo, mas madame louise conseguiria ainda mais, na base do desejo e desespero, se ainda fosse jovem!
- Minha princesa, o que quer para hoje a noite? - perguntava Louise, mexendo naqueles lindos cachos
- Nada além de suas vontades!-dizia Aghata
-Você já deveria saber de minhas vontades Aghata! - louise dizia, acariciando o delicado corpo de Aghata, parte por parte, até chegar onde queria!
-Você é perfeita, deusas devem ter inveja de tanta beleza!- Ela adorava ouvir as doces risadinhas de Aghata misturadas ao seu gemido enquanto ela acariciava seu clitóris, mas como essa menina era deliciosa, Mesmo depois de tanto tempo Louise não se cansava dela!
 'Mais uma noite comigo, está terá de ser bem aproveitada'- era o que se passava na mente de Agatha!
Aghata tomou o lugar de Louise e a deixou com as pernas abertas, a lambendo e chupando de modo selvagem, Louise não fazia ideia mas tudo que Aghata pensava era em como era boa sua energia, sua vida!
Louise já estava quase gritando, em seus orgasmos e resolveu mudar de posição, pôs Aghata de quatro e começou a apalpar seus seios, beijar seu pescoço, seus lábios, a cada hora mais encantada com aquela criatura; mal percebendo o quanto ficava fraca sempre que estava com Aghata, esperou-a gozar e sentou-se, já não aguentava mais se mover
 -O que está havendo Louise, parece abatida?
-Nada minha querida, mas acho que já estou envelhecendo! - e ria de sua própria idade
-Ah, mas agora eu também quero que você goze na minha boca, Irei me aproveitar de você mesmo cansada, hahaha! - E abriu as pernas de louise com força, começou a mexer a língua, colocando-a dentro de Louise,em movimentos circulares, escutando seus gemidos cada vez mais fracos,ela parou!
Seus olhos verdes,agora com um brilho estranho,olhavam para Louise, vendo-a desfalecer, começou a sorrir. Louise já não conseguia se mexer, sem forças, mal conseguia falar!
-Aghata, por favor leve-me...
-Por favor Louise cale-se, eu sei como esta se sentindo, muito fraca e não sabe porque
-Do que você está falando Aghata?
-há quantos anos estou com você louise? Sete,oito, e não mudei nada, por que fiquei tanto tempo com você é que não entendo, me aproveitei de você aos poucos,mas já não te aguento mais,esta envelhecendo, e me cansando com suas conversas!
-Aghata o que você fez? Me envenenou, sua vadia?
-HÁHÁHÁ,veneno?Eu não preciso destas merdas humanas para matar, eu mato com prazer, sim com prazer!hahaha, não entende nada não é? Nada em mim é humano, há muitos anos, milénios eu acho!
-Aghata...
-Eu morri, Louise, eu morri, ou melhor, minha alma morreu, eu vivo, mas somente para matar!
-Pare Aghata, já está ficando ridícula
-RIDÍCULA? Você está morrendo e não acredita em minhas palavras? então está bem!
   Aghata transformou-se,em uma mulher de quase 50 anos,cabelos loiros e pele branca,Louise...
-Acredita agora querida? - O olhar de Louise demonstrava medo, pavor,ela não queria acreditar,correria se ainda conseguisse
-Louise, acalme-se, você ira morrer como poucos,morrer de prazer...
Aghata ajoelhou, e voltou com sua boca para o meio das pernas de Louise que gozou uma ultima vez!
Aghata olhou para ela, quase morta, mudou sua forma, agora uma menina morena de uns 15 anos, com olhos negros como a morte, Deu um ultimo beijo em Louise e se foi!
                                                             ****
Devia ser duas da manhã e Aghata estava na estrada principal de Joanes, a Cidade de Louise!
Pedia carona, e parou um carro com três garotos, Jovens, bonitos e bêbados,a festa para Aghata, que agora era Alice, A festa para uma succubus...
                                                Que tal uma noite comigo?
                                                          
                                                            ****

encontros irreais

Meus seios desnudos, cobrem seu peito
Se a pele macia, não cabe em meu leito
De angustias, de dor
Digas que me ama e jamais morrerei
Pois alguém como você nunca encontrei
Pois só em sonhos habitava
O estranho mundo do meu ser
Só te via passar, e com um olhar gelar
Toda a escuridão, que vivia a me atormentar
Pegue minha mão, segure-a, sinta que nada ira acabar
Pois se adormecer, prometo, que em sonhos virá me encontrar