o veneno pode ser doce, por isso, tudo o que é ruim nos atrai

Durma, meu anjo
Pois em sonhos te vejo passar
Durma, meu anjo
Seus pesadelos irão começar

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Meu anjo

Meu anjo
Me proteja destes olhares
Me proteja com seu calor
Julgue as pessoas por mim
Todas merecem um fim
Julgue-as sem saber
Julgue-as a meu querer
Você é meu anjo caido
És meu amor proibido
És meu ser, meu espirito
Fazes crescer minha libido
Com um prazer infindavel
Arrasta até minhas mágos
Para proteger tua doce menina
Dos olhares curiosos
De todas as vidas
Leve-me contigo, de-me o infinito
Para longe vou com você
Para longe do mundo que se vê!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

bonjour, mas enfants

Estou quase sem tempo para contempla-los (háhá) com meus poemas e contos, porém, farei de tudo para voltar a toda com muito mais para vocês!
     Ah, e lembrem-se de promover o blog!
                                                                
                                                                                beijos sangrentos
                                                                                        Lilith Malveillants

Feras da alma

Já nem tenho mais lágrimas para chorar
Tudo aquilo que sentia
O tempo irá despedaçar
Oh, ira maldita, sempre vem me visitar
Qual teu argumento para ver-me chorar
Sofro agora pelo pecado da luxuria
que agora se aproxima, me procura, me tortura
Julgando-me atrativa para feras bestiais
Juro, daria minha alma
Para nada sentir mais!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Segredo

Eu abri meus olhos
E cumprimentei o novo dia
Eu sigo seu modo de caminhar
Para o segredo de minhas dores

Você pode me livrar
Destes chãos inseguros
Segredo diga-me onde ela se afogou

Eu estou me mudando
Mas capturada em suas cadeias
Eu o vi nessas ondas
Esses olhos, tal dor,

Você pode me livrar
Destes chãos inseguros
Segredo diga-me onde ela se afogou

Meu coração sabe
Minha mente sabe
Eu estou rasgada
Minha mente sabe
Quando você partir
Eu serei eterna

Você pode me livrar
Destes chãos inseguros
Segredo diga-me onde ela se afogou


                                                                                       haliel von tasmat

Em mentiras...

Mas por que acreditar
Se o mundo acabou
Despedaçado em seus cacos
Não refletem o esplendor
Se a mais bela rosa
Não tem espinhos
A beleza que existe
Existia, na vida
Sozinha e triste
Aos prantos, enclausurada
Em pele de lobo
O cordeiro chama
Vive a vida falsificada

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ninfeta

Te tomo como o sangue

Por que me fez sofrer assim?

Te amar, te perdi

Provocara minha ira, com tua ida, a despedida

Agora choro em rancores

O tempo perdido com ira

Te afastas de minha alma sofrida

Que com o tempo ficou abatida

Minha querida,minha ninfeta
    
                      Ninfeta,minha.